14 de fevereiro de 2007
Lisboa de Montreal
Aporto meu barco de sonhos às margens verdes do mar vítreo do teu olhar. Em Portugal das descobertas, a capital é sobrenome. No convés de sentimentos, estatuetas cristalinas.
As tais estátuas ululantes, esculpidas com o suor do tempo, atingem as correntes vasculares e deixam rastros de saudade medindo a distância em gotas.
Lágrimas de pétalas, chuva de suavidade. Temo sentir seu bálsamo antes do vento te levar, contornar seu corpo com neve canadense, refletir a voz do sol em nossas almas ao pingotear saudade.
Mas o sucesso brota entre as pedras, florescendo esperança com frutos de sabedoria. Esforço do tempo, escultura da vida.
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2 comentários:
Lindo! Que bela descoberta e que delícia poder ler algo assim.
Com carinho.
É uma honra poder dividir minhas humildes idéias com pessoas especiais como você! :)
Até mais tia Rosane! Muito obrigado pela visita!
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